Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/2445/62126
Title: Géneros y sexualidades no heteronormativas en las redes sociales digitales
Author: Abreu, Carla de
Director: Rifà Valls, Montse
Hernández, Fernando (Hernández Hernández)
Keywords: Comunitats virtuals
Grups socials
Identitat (Psicologia)
Sexualitat (Psicologia)
Online social networks
Social groups
Identity (Psychology)
Sex (Psychology)
Issue Date: 27-Nov-2014
Publisher: Universitat de Barcelona
Abstract: [spa] La presente investigación analiza cómo las identidades digitales no heteronormativas se posicionan en las redes sociales por medio de performances que hacen visibles sus orientaciones de género y de sexualidad, poniendo gafas en las muchas y diversas maneras para expresar masculinidades y feminidades, reforzando la idea de las interfaces sociales como espacios plurales y entornos privilegiados de intercambios culturales para el público que no se identifica con las determinaciones de la heterosexualidad. Para el desarrollo del proyecto utilicé las contribuciones del construccionismo social y una metodología mixta, basada en los aportes de la netnografía y del concepto de bricolaje. La intención de trabajar con estrategias híbridas es adoptada en virtud de la velocidad con que se mueven, se transforman, desaparecen y evolucionan los datos en las redes en internet. Para entender este entramado social opté por crear una red multi-situada, llamada Sexualidades Desobedientes, con perfiles creados en Facebook, Twitter, Tumblr y Youtube. Esta decisión trajo consigo una comprensión relacional que amplió las posibilidades de observación, interacción e interpretación de las dinámicas de las construcciones identitarias en diferentes contextos. Los datos usados fueron problematizados desde la noción de performatividad de género y las reflexiones se centraron en los significados de las identidades digitales, teniendo en cuenta cómo lo cultural conduce y reescribe la historia de los géneros. De este modo lo performativo resulta ser la base para el devenir de la identidad digital y, las herramientas tecnológicas, el medio por el cual esto se torna viable, abriendo las puertas para la creación de nuevas posibilidades de sexualidades y géneros. A partir de esta perspectiva sostengo la idea que los ciberespacios sociales, lejos de ser lugares inmateriales o desencarnados, son parte integrante de lo que somos y por tanto, la corporalidad continua siendo en lo digital la interface con el mundo y nuestro principal referente para expresar emociones, subjetividades, socialización y conocimiento. Esta característica es especialmente potente para la multitud no heteronormativa, pues ofrece la oportunidad de narrar historias en primera persona, construirse a uno mismo a partir de cómo deseamos que los otros nos perciban y vean, crear espacios de visibilidad y dar a conocer hechos, valores y fragmentos que hacen parte importante de sus vidas. Los principales hallazgos sugieren que el movimiento de las personas que desafían los códigos de la heterosexualidad en las redes sociales, produce ruidos y revela un mosaico de performances alternativas que contribuyen positivamente para la convivencia con la diversidad. A pesar de que los y las participantes estudiados operen dentro de los límites de las normas no siempre generosas de las redes sociales, aun así logran resolver muchos años de invisibilidad y silencios.
[eng] This investigation analyses how non-heteronormative digital identities present themselves across social networks via performances which reveal their gender identities and sexual orientations. It examines the many and diverse ways of expressing masculinities and femininities, and it reinforces the idea that social interfaces are public spaces and privileged environments of cultural exchange for a community which does not identify itself with the choices of heterosexuality. In developing the project I made use of the contributions of social constructionism and applied a mixed methodology based on ideas of netnography and DIY concepts. The method of working with hybrid strategies was adopted due to the speed at which data travels, is transformed, evolves or disappears on the internet. In order to understand this social framework I decided to build a multi-site network using profiles created on Facebook, Twitter, Tumblr and YouTube. This network, which I titled Sexualidades Desobedientes (Disobedient Sexualities), provided me with a relational understanding which widened the possibilities for observation, interaction and interpretation of identity construction dynamics in different contexts. The data used was problematized from the notion of gender performativity, and the resulting reflections focused on the meanings of digital identities by studying the way in which culture drives and rewrites gender history. In this way, performance becomes the basis for the future of a digital identity, while technological tools are the means by which this identity creation becomes viable, opening doors to new possibilities for genders and sexualities. Based on this perspective I sustain the idea that social cyberspaces, far from being immaterial or disembodied places, are an integral part of who we are, and that corporeality therefore continues to represent our interface with the world and our principal reference for expressing emotions, subjectivities, socialization and knowledge, even in the digital realm. This feature is especially powerful for the non- heteronormative community as it offers them the chance to tell stories in the first person, constructing themselves as they would like others to perceive them, creating spaces of visibility, and presenting facts, values and fragments which make up an important part of their lives. The main findings suggest that the movement of people who defy codes of heterosexuality across social networks produces noise and reveals a mosaic of alternative performances which contributes positively to, and encourages, coexistence with diversity. Despite the fact that the participants studied were acting within the not always generous guidelines of social networks, they still managed to find a solution to many years of invisibility and silence.
[por] A presente pesquisa analisa como as identidades digitais não heteronormativas se posicionam nas redes sociais através de performances que fazem visíveis suas orientações de gênero e de sexualidade, colocando lentes nas muitas e diversas maneiras para expressar masculinidades e feminilidades, reforçando a ideia das interfaces sociais como espaços plurais fundos e ambientes privilegiados de intercâmbios culturais para o público que não se identifica com as determinações da heterossexualidade. Para o desenvolvimento do projeto utilizei as contribuições do construcionismo social e uma metodologia mista, baseada nos aportes da netnografía e do conceito de bricolagem. A intenção de trabalhar com estratégias híbridas é adotada em virtude da velocidade com que se movem, se transformam, desaparecem e evolucionam os dados nas redes em internet. Para entender esta teia social, optei por criar una rede multi-situada, chamada Sexualidades Desobedientes, com perfis criados em Facebook, Twitter, Tumblr e Youtube. Esta decisão trouxe consigo uma compreensão relacional que ampliou as possibilidades de observação, interação e entendimento das dinâmicas das construções identitarias em diferentes contextos. Os dados usados foram problematizados desde a noção de performatividade de gênero e as reflexões se centraram nos significados das identidades digitais, tendo em conta como o cultural conduz e reescreve a história dos gêneros. Deste modo o performativo resulta ser a base para o devir da identidade digital e, as ferramentas tecnológicas, o meio pelo qual isto se torna viável abrindo as portas para a criação de novas possibilidades de sexualidades e gêneros. A partir desta perspectiva defendo a ideia que os ciberespaços sociais, longe de ser lugares imateriais ou desencarnados, são parte integrante do que somos, portanto, a corporalidade continua sendo no digital a interface com o mundo e nosso principal referente para expressar emoções, subjetividades, socialização e conhecimento. Esta característica é especialmente potente para a multidão não heteronormativa, pois oferece a oportunidade de narrar histórias em primeira pessoa, construir-se a si mesmos da forma como gostariam que os outros lhes percebam e vejam, criar espaços de visibilidade e dar a conhecer fatos, valores e fragmentos que fazem parte importante de suas vidas. Os principais resultados sugerem que o movimento das pessoas que desafiam os códigos da heterossexualidade nas redes sociais, produzem ruídos e revela um mosaico de performances alternativas que contribuem positivamente para a convivência com a diversidade. Apesar que os e as participantes estudados operem dentro dos limites das normas nem sempre generosas das redes sociais, ainda assim conseguem resolver muitos anos de invisibilidade e silêncios.
URI: http://hdl.handle.net/2445/62126
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