Comellas, Pere, 1965-2017-07-192017-07-192017-01-301518-0158https://hdl.handle.net/2445/114086A tradução - falsa ou autêntica - tem um papel importante na obra de Alberto Mussa. As presumíveis fontes dos seus romances incluem línguas como o árabe, o tupi, o francês ou o alemão, e o próprio autor ensaia também a tradução, num exercício que revela uma ideia muito borgeana: em literatura não há origem, só há reescrituras. A tradução na obra de Mussa é usada como pretexto, como recurso estético e narrativo, e também como evidência de uma concepção da linguagem humana como jogo e como fim em si mesmo. Para Mussa, como para Borges, traduzir não é repetir, mas recriar, e o tradutor, quer queira quer não, está condenado a ser poeta, visto que 'as palavras não são nem sequer sinônimas de si mesmas'.9 p.application/pdfporcc-by-nc (c) Comellas, Pere, 1965-, 2017http://creativecommons.org/licenses/by-nc/3.0/esLiteratura brasileraBrazilian literatureMusso, AlbertoAlberto Mussa e a traduçãoinfo:eu-repo/semantics/article6670972017-07-19info:eu-repo/semantics/openAccess