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cc-by-nc (c) Comellas, Pere, 1965-, 2017
Please use this identifier to cite or link to this item: https://hdl.handle.net/2445/114086

Alberto Mussa e a tradução

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A tradução - falsa ou autêntica - tem um papel importante na obra de Alberto Mussa. As presumíveis fontes dos seus romances incluem línguas como o árabe, o tupi, o francês ou o alemão, e o próprio autor ensaia também a tradução, num exercício que revela uma ideia muito borgeana: em literatura não há origem, só há reescrituras. A tradução na obra de Mussa é usada como pretexto, como recurso estético e narrativo, e também como evidência de uma concepção da linguagem humana como jogo e como fim em si mesmo. Para Mussa, como para Borges, traduzir não é repetir, mas recriar, e o tradutor, quer queira quer não, está condenado a ser poeta, visto que 'as palavras não são nem sequer sinônimas de si mesmas'.

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COMELLAS, Pere. Alberto Mussa e a tradução. Estudos de Literatura Brasileira Contemporânea. 2017. Vol. 50, num. 187-195. ISSN 1518-0158. [consulted: 8 of June of 2026]. Available at: https://hdl.handle.net/2445/114086

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